Telecomunicações já atendem mais de 247 milhões de usuários

A TELEBRASIL divulga os dados do setor de telecomunicações até o segundo trimestre deste ano. Segundo o documento Desempenho do Setor de Telecomunicações no Brasil, produzido pela própria Associação Brasileira de Telecomunicações em parceria com a consultoria Teleco, os serviços de telecomunicações no Brasil prestados pela iniciativa privada alcançaram 247,4 milhões de clientes no fim do primeiro semestre, incluindo telefonia fixa, celular, banda larga e TV por assinatura. A evolução do setor e o futuro das telecomunicações no País para o período de 2011 a 2014 serão debatidos durante o 54º Painel TELEBRASIL, que teve início ontem, no Guarujá, São Paulo.

O 54º Painel TELEBRASIL acontece nos dias 18 e 19 de agosto, no Sofitel Jequitimar, no Guarujá (SP).

A seguir, o press-release sobre o tema encaminhado, ontem, à imprensa especializada:

Serviços de telecomunicações adicionam 13 milhões de novos clientes de janeiro a junho e já são mais de 247 milhões de usuários

Balanço do primeiro semestre da Telebrasil mostra que a banda larga fixa e móvel chegou a 26 milhões de clientes no fim de junho.

Brasília, 18 – Os serviços de telecomunicações no Brasil prestados pela iniciativa privada alcançaram 247,4 milhões de clientes no fim do primeiro semestre, incluindo telefonia fixa, celular, banda larga e TV por assinatura. Os dados fazem parte do documento Desempenho do Setor de Telecomunicações no Brasil produzido pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) em parceria com a consultoria Teleco. A evolução do setor e futuro das telecomunicações no País para o período de 2011 a 2014 serão debatidos no 54º Painel TELEBRASIL, que começa hoje no Guarujá, São Paulo.

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Painel TELEBRASIL: Valente pede reformas para o setor avançar

painel-telebrasil-valente-pede-reformas-para-o-setor-avancarO presidente da TELEBRASIL – Associação Brasileira de Telecomunicações, Antônio Carlos Valente, afirmou na abertura do 54º Painel TELEBRASIL, ontem, dia 18 de agosto, que o Brasil está diante de novos desafios na área de telecomunicações. Ele registrou o fato de a banda larga ter entrado definitivamente na agenda da sociedade e do governo, um ano depois de a ideia ter sido proposta pela TELEBRASIL, no Painel de 2009. Lembrou, no entanto, que somente isso não é suficiente: as políticas públicas precisam ser direcionadas a uma agenda mais abrangente.

O Painel TELEBRASIL, que se realiza no Guarujá (SP), tem como tema “O Brasil que queremos em 2010-2014”. Para o presidente da TELEBRASIL, os avanços que o setor ajudou o Brasil a conquistar representam uma imensa revolução, que foi feita nos últimos 12 anos, que se seguiram à privatização das telecomunicações. Nesse período, o número de acessos dos diversos serviços de telecomunicações passou de pouco mais de 24 milhões, em dezembro de 1998 (o que equivalia a 14 acessos por 100 habitantes) para mais de 245 milhões (ou seja, mais acessos que o número total de brasileiros – mais de 190 milhões) em junho de 2010.

Para Valente, esses são apenas os aspectos quantitativos dos avanços, enquanto que a dimensão mais expressiva se deu no campo qualitativo: “Acessos fixos, móveis e os anteriormente destinados exclusivamente ao entretenimento são hoje poderosos instrumentos de inclusão devido a suas múltiplas aplicações”.

Tudo isso, segundo ele, foi possível com os altos investimentos feitos pelo setor privado, que já somam R$ 180 bilhões. “Nunca é demasiado destacar que, diferentemente de outros setores de infraestrutura, não houve aportes de recursos públicos para os avanços conseguidos”, lembrou. “Ao contrário, foram significativos os recursos gerados para a sociedade, seja através de impostos diretos sobre o consumo, seja sobre o pagamento de licenças, espectro e taxas setoriais.”

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Painel TELEBRASIL: setor pagará R$ 160 bi de impostos até 2010

painel-telebrasil-setor-pagara-r-160-bi-de-impostos-ate-2010O setor brasileiro privado de telecomunicações investirá, nos próximos quatro anos, R$ 80 bilhões, que permitirão a implantação de 100 milhões novos acessos nos mais diferentes serviços e a geração de 50 mil empregos. A previsão foi feita nesta quinta-feira, 19, pelo diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy. Em contrapartida, se a atual carga tributária for mantida, o setor será obrigado a pagar, no período, algo em torno de R$ 160 bilhões em impostos.

Levy fez esta relação ao participar do painel “Para onde queremos ir”, durante o 54º Painel TELEBRASIL, que se realiza no Guarujá (SP), promovido pela TELEBRASIL – Associação Brasileira de Telecomunicações. O diretor executivo do Sinditelebrasil lembrou que os avanços que o setor promoveu no País foram obtidos num ambiente de regras estáveis, processos claros e transparentes e estabilidade institucional.

O futuro próximo, acrescentou Levy, deverá ser construído de maneira a ampliar os benefícios que as telecomunicações tem trazido à sociedade. Isso se fará a partir, por exemplo, de políticas públicas que permitam ao País ter serviços com soluções completas com TI e comunicação multimídia e por meio do fomento a investimentos em redes, serviços e acessos com conteúdos e aplicativos multimídia.

É preciso, de acordo com ele, implantar infraestrutura de redes em estradas, ferrovias e oleodutos, por exemplo, e desonerar os tributos de toda a cadeia de produção e distribuição de conteúdo multimídia, além de liberar novas licenças e faixas de freqüências. Levy lembrou ainda a importância da aprovação de projetos como o PLC 116/2010, que estabelece novas regras para o setor de TV por assinatura, produção e distribuição de conteúdo, da importância da redução significativa do Fistel e da necessidade descontingenciamento do Fust, Fistel e Funttel.

Presidente das Organizações Globo defende aprovação do PLC 116

O presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, durante a palestra de abertura do Congresso ABTA 2010, no dia 12 de agosto último, defendeu a aprovação do PLC 116/10. Marinho ainda sustentou que o artigo 222 da Constituição Federal seja aplicado a todos os meios de comunicações. A seguir, a íntegra da apresentação proferida pelo executivo:

“Bom dia a todos.

É uma honra participar do Congresso da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura. É sempre a ocasião em que, juntos, discutimos os nossos problemas, as oportunidades que se abrem, o nosso nível de desenvolvimento, os nossos acertos e os nossos erros. De tal modo, que o setor pode antever a estrada que temos pela frente e cada empresa pode decidir a melhor maneira de percorrê-la.

Não posso deixar de aplaudir o fato de que esta seja a 18ª edição do Congresso, uma prova eloqüente de que reconhecemos na troca franca de idéias um instrumento indispensável para a construção do futuro.

Esse reconhecimento é ainda mais significativo quando levamos em conta que a associação congrega produtores, programadores e distribuidores, toda a nossa cadeia de valor, portanto. Cada grupo tem as suas prioridades, mas o fato de que estejamos reunidos na Associação há tantos anos e, anualmente, neste congresso, mostra que o objetivo é um só: o desenvolvimento do setor.

Para mim, abrir este encontro é uma oportunidade ímpar de poder lhes dizer como nos vemos, qual o papel que nos atribuímos, como analisamos o mercado e revelar um pouco do futuro que imaginamos para nós, evidentemente sem quebrar nenhum sigilo comercial que devemos guardar num ambiente tão competitivo.

Ao olhar para trás e revisitar esses vinte e um anos de televisão por assinatura no Brasil, desde a portaria de criação do DISTV, em 1989, creio que chegaremos todos a um consenso: esse foi um período muito dinâmico e repleto de emoções.

Passamos por fases muito distintas, com diferentes atores e personagens, momentos críticos, erros e acertos, e muitas histórias que cada um dos presentes aqui testemunhou ou protagonizou. As Organizações Globo estão presentes nesse negócio desde o início.

Eu me recordo de uma reunião em 1990, com o então Ministro Ozires Silva das Telecomunicações, onde ele nos estimulou a criar um projeto de um sistema educacional via satélite usando nossos conteúdos da Fundação Roberto Marinho. Os estudos iniciais desse projeto foram o nascedouro da Globosat. E o canal educacional veio a ser , anos depois, o canal Futura, do qual hoje muito nos orgulhamos, juntamente com nossos parceiros.

Mas, naquele começo, ninguém tinha clareza de qual era exatamente esse negócio. A concepção inicial era de que conteúdo e plataforma de distribuição deveriam estar juntos, como ocorre na televisão aberta. Aliás, o próprio nome GLOBOSAT, que acabou ficando, expressa bem essa concepção, pois remete à distribuição por satélite, que era a realidade que vivíamos.

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