Banda larga avança no País e ultrapassa 26 milhões de acessos

A TELEBRASIL divulga os números do segundo trimestre de 2010 dos serviços de banda larga no Brasil. O uso das redes da iniciativa privada cresceu 42% no semestre, com 7,7 milhões de novos acessos ativados de janeiro a junho. A cobertura de banda larga também se expandiu. O texto, a seguir, discorre sobre redes de terceira geração (3G), trata da situação tributária e analisa o estudo do Ipea sobre o tema. Veja, no final da matéria, link de acesso ao estudo "Situação da Banda Larga no Brasil".

O 54º Painel TELEBRASIL acontece nos dias 18 e 19 de agosto, no Sofitel Jequitimar, Guarujá (SP), com o tema "O Brasil que queremos em 2011-2014".

A banda larga ofertada no Brasil pelas redes fixas e móveis das prestadoras de serviços privadas alcançou 26,1 milhões de acessos no final do primeiro semestre deste ano. Segundo balanço de junho da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), elaborado em parceria com a consultoria Teleco, o crescimento no semestre foi de 42% em relação a dezembro de 2009, que registrou 18,4 milhões de acessos.

De janeiro a junho, foram ativados 7,7 milhões de novas conexões de internet rápida. Nesse período, a banda larga fixa passou de 11,4 milhões de acessos para 12,2 milhões. Já na banda larga móvel, o número de celulares de terceira geração (3G) saltou de 4,3 milhões para 10,4 milhões e o total de modems de acesso à internet subiu de 2,7 milhões para 3,5 milhões.

A evolução da banda larga no Brasil supera taxas internacionais. Em 2009, por exemplo, somente a quantidade de acessos em banda larga fixa cresceu 13,7%. Esse percentual ficou acima da média mundial, como revela o estudo Situação da Banda Larga no Brasil, realizado pela consultoria Teleco para o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e do Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil).

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Garantia de velocidade mínima na banda larga

Novos indicadores de controle de qualidade para a banda larga móvel, incluindo a garantia de percentual mínimo de velocidade de conexão, devem considerar características específicas dessa tecnologia. Veja, abaixo, algumas das considerações feitas em estudo elaborado pelo CPqD sobre o assunto.

O 54º Painel TELEBRASIL acontece nos dias 18 e 19 de agosto, no Sofitel Jequitimar, no Guarujá (SP).

Estudo evidencia desafios para a garantia de velocidade mínima na banda larga

Brasília, 12 – A decisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de criar novos indicadores de controle de qualidade para a banda larga móvel, incluindo a garantia de percentual mínimo de velocidade de conexão, deve considerar características específicas dessa tecnologia. Estudo recente sobre as condições de oferta dos serviços em banda larga, elaborado pelo CPqD, evidencia as limitações tecnológicas que dificultam a implantação de serviços de acesso à Internet rápida com velocidade mínima garantida.

A garantia de uma velocidade mínima é possível quando o tráfego de dados ocorre dentro de uma mesma rede. Mesmo neste caso, mecanismos adicionais de garantia de banda devem ser disponibilizados na rede. A garantia de velocidade mínima não se aplica à maioria das conexões de Internet, que extrapolam os limites da operadora. Para acessar redes de relacionamento, por exemplo, o internauta demanda comunicação com outras redes e se conecta a sites inclusive de fora do País.

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SindiTelebrasil trata do sucesso da privatização das telecomunicações em programa da Rádio Nacional

sinditelebrasil-trata-do-sucesso-da-privatizacao-das-telecomunicacoes-em-programa-da-radio-nacionalO diretor-executivo do SindiTelebrasil - Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal –, Eduardo Levy, concedeu entrevista à Rádio Nacional. Ao celebrar 12 anos de privatização das telecomunicações no Brasil, completados em 29 de julho último, lembrou o entrevistado: "Hoje, qualquer pessoa entra numa loja de celular e já sai de lá falando".

Diretor-executivo do SindiTelebrasil fala dos 12 anos de privatização das telecomunicações, em programa de rádio.

Na comemoração dos 12 anos de privatização das telecomunicações no Brasil, completados no dia 29 de julho, o diretor-executivo do SindiTelebrasil, Eduardo Levy, concedeu entrevista à Rádio Nacional e ressaltou o espetacular crescimento do número clientes do setor, que saltou de 29,9 milhões, em 1998, para os atuais 240 milhões.

Levy registrou que neste período as empresas privadas de telecomunicações investiram mais de R$ 180 bilhões no País, sem contar com os R$ 37 bilhões aplicados na compra de outorgas e de licenças para a prestação dos serviços.

Ferramenta de inclusão econômica e social

Na entrevista, o diretor-executivo lembrou que antes da privatização o telefone era caro – cerca de R$ 5 mil – e a espera por uma linha chegava a até dois anos. “Hoje em dia, qualquer pessoa entra numa loja de telefonia celular e sai de lá falando no mesmo momento”, afirmou ele, ressaltando o papel importante do telefone, inclusive como ferramenta de trabalho. “Sem dúvida, é um grande plano de inclusão”, afirmou.

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TELEBRASIL registra artigo sobre “Infraestrutura e Insegurança Jurídica” e os perigos daí decorrentes

telebrasil-registra-artigo-sobre-infraestrutura-e-inseguranca-juridica-e-os-perigos-dai-decorrentes“Uma Babel normativa” é como Silvia R. B. Melchior e Rafael M. de Souza* qualificam a legislação referente à infraestrutura das telecomunicações do País. Os especialistas mostram como comunicações celulares, redes e o Plano Nacional de Banda Larga são profundamente afetados por esse fenômeno. Veja aqui.

A intervenção dos estados e dos municípios, que têm editado normas exageradamente restritivas, ameaça a expansão das redes de telecom e até mesmo as metas do PNBL (Plano Nacional de Banda Larga). Já é chegada a hora de os tribunais superiores enfrentarem a difícil questão sobre os limites da competência de estados e municípios para legislar e regular a infraestrutura.

No ano de 2010, o Brasil superou a marca de 200 milhões de celulares, segundo notícia publicada na edição de 20 de janeiro de 2010 do jornal Folha de S.Paulo e nos informativos da própria Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Não há, no País, serviço que atenda tamanho número de usuários: serviços bancários, planos de saúde, cartões de crédito — nenhum deles alcança tantas pessoas. Mesmo serviços prestados pelo Governo (previdência social, saneamento básico, etc.) não chegam a tantos brasileiros, se considerado cada serviço isoladamente.

Tão expressivas quanto os números astronômicos da telefonia móvel são as metas ambicionadas pelo Governo Federal no Plano Nacional de Banda Larga: 30 milhões de acessos fixos e 60 milhões de acessos móveis até 2014.

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