Garantia de velocidade mínima na banda larga

Novos indicadores de controle de qualidade para a banda larga móvel, incluindo a garantia de percentual mínimo de velocidade de conexão, devem considerar características específicas dessa tecnologia. Veja, abaixo, algumas das considerações feitas em estudo elaborado pelo CPqD sobre o assunto.

O 54º Painel TELEBRASIL acontece nos dias 18 e 19 de agosto, no Sofitel Jequitimar, no Guarujá (SP).

Estudo evidencia desafios para a garantia de velocidade mínima na banda larga

Brasília, 12 – A decisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de criar novos indicadores de controle de qualidade para a banda larga móvel, incluindo a garantia de percentual mínimo de velocidade de conexão, deve considerar características específicas dessa tecnologia. Estudo recente sobre as condições de oferta dos serviços em banda larga, elaborado pelo CPqD, evidencia as limitações tecnológicas que dificultam a implantação de serviços de acesso à Internet rápida com velocidade mínima garantida.

A garantia de uma velocidade mínima é possível quando o tráfego de dados ocorre dentro de uma mesma rede. Mesmo neste caso, mecanismos adicionais de garantia de banda devem ser disponibilizados na rede. A garantia de velocidade mínima não se aplica à maioria das conexões de Internet, que extrapolam os limites da operadora. Para acessar redes de relacionamento, por exemplo, o internauta demanda comunicação com outras redes e se conecta a sites inclusive de fora do País.

A partir do momento em que o tráfego sai do domínio de uma rede controlada e é encaminhado para a Internet pública, a garantia de entrega dos pacotes de dados não é previsível. De acordo com estimativas apontadas pelo estudo do CPqD, a maior parte do tráfego de Internet da América Latina está relacionado ao acesso a servidores de conteúdo localizados em outros continentes, principalmente na América do Norte.

No caso da banda larga móvel, serviço que não trafega exclusivamente por meio físico, há adicionalmente barreiras naturais, geralmente associadas à geografia e à ocupação urbana e que efetivamente interferem na velocidade de acesso. Outros serviços que também usam tecnologia sem fio podem sofrer oscilações. É comum, por exemplo, que um rádio, instalado em um carro, deixe de receber o sinal da emissora quando atravessa um túnel.

A preocupação sobre meios de garantir uma velocidade mínima de conexão de banda larga levou a União Internacional de Telecomunicações (UIT) e o Internet Engineering Task Force (IETF) a também estudarem o assunto. Esses estudos, no entanto, ainda têm caráter preliminar.

Para o estabelecimento de indicadores de qualidade e velocidade, é essencial que se desenvolvam estudos, levando em consideração as características do serviço, as redes e tecnologias envolvidas, além das diferentes geografias.

Nesse sentido, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) reitera a disposição de participar dos debates sobre o tema e buscar as melhores soluções para o enfrentamento dos eventuais desafios inerentes a essa tecnologia.

Acesse, aqui, o resumo executivo do Estudo do CPqD sobre as condições de oferta dps serviços em banda larga.

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