As Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) integradas são o principal instrumento da inserção
de países na sócio-economia globalizada de forma competitiva. Para que o Brasil aplique este instrumento
de forma efetiva na geração de ganhos de escala, produtividade e preços relativos, fatores necessários para
aumentar a sua participação no mercado internacional altamente competitivo, é necessário que o Trabalho,
visto como Fator de Produção essencial na moderna Sociedade da Informação e do Conhecimento, seja
adequadamente qualificado para a concepção, desenvolvimento, implementação e utilização de soluções
completas dessas tecnologias.
Neste contexto, a Federação Brasileira de Telecomunicações - FEBRATEL, como representante institucional
do Setor de Telecomunicações no Brasil, principal fornecedor de elementos para essas soluções completas
para o mercado brasileiro, visa, com a realização do FORTE 2007, iniciar um processo que leve a uma melhor
compreensão sobre as questões associadas às relações de trabalho que estão a impedir ou a dificultar a
adequada qualificação e aplicação do Trabalho no Brasil. Para um País, inserido competitivamente na sócioeconomia
globalizada, gerar produtos (bens e serviços) com alto valor adicionado é indispensável para o
aumento e a melhor distribuição da Riqueza Nacional.
Para realizar este intento, o FORTE 2007 contará com a participação de especialistas de renome, de
diversas "escolas" de pensamento e ação, para apresentar, caracterizar e debater o tema: "O Trabalho
requerido pelo Brasil no contexto do BRICS" visando proporcionar aos participantes do evento uma visão
sobre o posicionamento estratégico que o Brasil terá que adotar frente a seus principais "competidores"
no fornecimento de produtos (bens e serviços) de alto valor adicionado para consumidores globais; quais
sejam:
José Pastore, Professor de Relações do Trabalho da USP
A Questão Trabalhista-Sindical no Brasil: Macro-problemas
Marcelo Cortes Neri, Chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV/RJ
Trabalho e Políticas de Rendas para o B do BRICS
Alencar Naul Rossi, Consultor de relações do trabalho e negociações sindicais
Trabalho e Negociação para o B do BRICS
Marcio Wolhers de Almeida, Diretor de Estudos Setoriais do IPEA
O Fator de Produção "Trabalho" para o B do BRICS: Perspectivas
José Cassiolato, Coordenador do Projeto BRICS no Brasil, IE/UFRJ
Trabalho, Inovação e Competitividade para o B do BRICS
Dagoberto Lima Godoy, Presidente do Conselho de Relações do Trabalho da CNI
Representação Patronal e Trabalho para o B do BRICS
O FORTE 2007 foi especificado para atender a demanda de formadores de opinião, formuladores de
políticas públicas, juízes, governantes, empresários, dirigentes, gerentes e profissionais liberais que tenham
responsabilidade no melhor posicionamento do Brasil nesta sócio-economia globalizada em que já estamos
inseridos.
Folder do Evento
Curriculum dos Palestrantes
Alencar Naul Rossi é consultor de Relações do Trabalho e Negociações Sindicais do Grupo Santander Banespa e da Telefônica, dentre outros. Também é diretor da Alencar Rossi e Renato Corrêa da Costa Advogados Associados, escritório de advocacia especializado na área previdenciária e trabalhista. Atuou como delegado do Brasil junto ao Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho. Foi também secretário Nacional de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho.
Cícero Domingos Penha é diretor Corporativo de Talentos Humanos da Algar e
coordenador geral da Algar Universidade de Negócios, dentre outras atividades.
Graduado em Direito pela Universidade Federal de Uberlândia (MG) e com
extensão universitária em "Administração de Recursos Humanos" pela State
University of New York, possui 30 anos de experiência profissional na Área de
Gestão de Talentos Humanos, com destaque para a Gestão estratégica de Pessoas
na Empresa. Especialista em relações trabalhistas e sindicais, é também autor
de livros sobre o tema.
Dagoberto Lima Godoy é advogado, engenheiro civil e professor universitário, com título de mestre em Direito. Hoje representa os empregadores do Brasil no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, na Suíça. É vice-presidente para a América Latina e o Caribe da Organização Internacional dos Empregadores e membro do Corpo Diretivo do Instituto Internacional de Estudos Laborais, além de presidir o Conselho Temático de Relações do Trabalho e Desenvolvimento Social da Confederação Nacional da Indústria (CNI), dentre outras atividades. É também autor de livros e artigos técnicos.
José Eduardo Cassiolato é pós-doutorado em Economia pela Universidade Pierre Mendes, na França; doutor e mestre também em Economia, mas pela Universidade de Sussex, na Inglaterra. Hoje, coordena o Projeto BRICS no Brasil, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sendo ainda professor associado da UFRJ. Ele é também autor de diversos trabalhos técnicos, além de atuar como professor-orientador.
José Pastore é Doutor Honoris Causa em Ciência e PhD em Sociologia pela Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos e professor titular pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Especializado em Pesquisa, Ensino e Consultoria nas Áreas de Relações do trabalho, Emprego, Recursos Humanos e Desenvolvimento Institucional, hoje, dentre outras atividades, é consultor em Relações do Trabalho e autor de diversos livros sobre o tema.
Marcelo Côrtes Neri é PhD em Economia pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, mestre e bacharel em Economia pela Pontifícia Universidade católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Hoje, chefia o Centro de Políticas Sociais, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, além de ministrar aulas no curso de mestrado da Escola de Pós-Graduação da FGV. Néri escreve regularmente no Jornal Valor e na revista Conjuntura Econômica, além de publicar diversos trabalhos em outras mídias.
Márcio Wohlers de Almeida é diretor de Estudos Setoriais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e professor-doutor em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade de Campinas, com especialização na área da Economia das Telecomunicações. Foi pesquisador da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e assessor especial do Ministro das Comunicações. Atua ainda como pesquisador nos temas de planejamento estratégico, regulação, política industrial e inovação em telecomunicações.
Programa (palestras, vídeos e fotos)
Abertura Solene
Pronunciamento de Abertura - Luiz Alberto Garcia, Presidente da FEBRATEL
PAINEL 1 - Principais Questões do Trabalho para o B do BRICS
Moderador: Biratã Higino Almeida Giacomoni. Diretor de Relações Sindicais da FEBRATEL
Mercado de Trabalho e Perspectivas para a Carreira Profissional
Cícero Domingos Penha
3,73 MB
Participação Especial na abertura: Dep. Gilberto Palmares - 2º Vice Presidente da Assembléia Legislativa-RJ
Trabalho e Políticas de Rendas para o B do BRICS
Marcelo Cortes Neri, Chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV/RJ
Alencar Naul Rossi, Consultor de relações do trabalho e negociações sindicais
160 KB
A Questão Trabalhista-Sindical no Brasil: Macro-problemas
José Pastore, Professor de Relações do Trabalho da Universidade de São Paulo
360 KB
DEBATES COM OS DESTAQUES
Quais são e como resolver os principais problemas de Relações do Trabalho no Setor das Telecomunicações no B do BRICS?
Debatedores: Cícero Domingos Pena (SINDITELEBRASIL), Didier Chinchilla (SINDISAT), George Paiva Costa Filho (SINDIMEST-RJ), Guilherme de Souza Villares (SINDER) e Hélio Bampi (SIITEP)
PAINEL 2 - Perspectivas do Trabalho para o B do BRICS
Moderador: Hélio Bampi, Diretor de Relações Institucionais da FEBRATEL
Trabalho, Inovação e Competitividade para o B do BRICS
José Eduardo Cassiolato, Coordenador do Projeto BRICS no Brasil, Instituto de Economia da UFRJ
330 KB
Representação Patronal e Trabalho para o B do BRICS
Dagoberto Lima Godoy, Presidente do Conselho de Relações do Trbalho da CNI
395 KB
O Fator de Produção “Trabalho” para o B do BRICS: Perspectivas
Como resolver os desafios de atrair, reter, desenvolver e aplicar talentos – essência do Fator de Produção Trabalho - no Setor das Telecomunicações para o B do BRICS?
Debatedores: Cícero Domingos Pena (SINDITELEBRASIL), Didier Chinchilla (SINDISAT), George Paiva Costa Filho (SINDIMEST-RJ) e Guilherme de Souza Villares (SINDER)
Pronunciamento final e encerramento
Luiz Alberto Garcia, Presidente da FEBRATEL
1 MB
Realização do Evento
A Federação Brasileira de Telecomunicações - FEBRATEL é uma entidade sindical patronal de segundo
grau, sem fins lucrativos, com sede e foro na cidade do Rio de Janeiro, RJ, constituída no dia 16 de agosto de
2005, para fins de coordenação e defesa das categorias econômicas pertencentes aos ramos das empresas
prestadoras de serviços de telecomunicações cujas atividades estão definidas e regulamentadas na Lei Geral de
Telecomunicações, incluindo-se as empresas de TV por assinatura (cabo) e as empresas que fazem planejamento,
projetos, implantação e manutenção de serviços de telecomunicações para as empresas concessionárias,
autorizatárias ou permissionárias de serviços de telecomunicações, tendo como base todo o território nacional; é
integrada pelos seguintes sindicatos:
SINDITELEBRASIL - Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal
SINSTAL - Sindicato Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços e Instaladoras de Sistemas e Redes de
TV Por Assinatura-Cabo - MMDS-DTH e Telecomunicações
SINDER - Sindicato Nacional das Empresas de Radiocomunicações
SETA - Sindicato Nacional das Empresas Operadoras de Sistemas de Televisão por Assinatura
SINDIMEST-RJ - Sindicato das Indústrias e Empresas de Instalação, Operação e Manutenção de Redes,
Equipamentos e Sistemas de Telecomunicações do Estado do Rio de Janeiro
SIITEP - Sindicato das Indústrias de Instalações Telefônicas no Estado do Paraná
SINDISAT - Sindicato Nacional de Empresas de Telecomunicações por Satélite